O tempo que vai passando, leva-nos para outra idade.

Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Lia eu “há tempo para tudo, sim. Sobretudo para sentir que não há tempo para nada. O tempo escorrega. O tempo não existe.” ( na revista Plenitude, artigo de Pedro Chagas Freitas).

E fiquei a pensar o que faço ao meu tempo ou o que deixo que ele me faça a mim.

Fico sem tempo quando tenho tanto tempo, não sei se passo pelo tempo ou se é ele que passa por mim.

A minha eterna luta contra o tempo que está perdida desde o dia em que nasci.

A noção de que preciso de mais tempo, de que desperdiço o tempo.

O medo de não chegar a tempo.

Há quanto tempo me não desligo do tempo…

Porque sinto falta de tempo?

Não perco tempo, não ganho tempo, não escolho o tempo, não sei em que tempo vou ter tempo.

 

publicado por outraidade às 12:43
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De Transdisciplinar a 15 de Setembro de 2008 às 16:22
É no que dá pensar...

De outraidade a 15 de Setembro de 2008 às 20:50
Mas não há forma de parar o pensamento.

De Zilda Cardoso a 25 de Novembro de 2008 às 20:01
Gostei muito do seu TEMPO. A coincidência de tema acontece porque é um assunto comum que tem perturbado muita gente. Mas vamos ultrapassar o problema, não é sem tempo! Vamo-nos habituando a não ter tempo, ou a usar o tempo que temos da melhor maneira, seja ou não mais curto.
Podemos sempre imaginar que estamos a viver o tempo da Alice, no mundo dela.

De outraidade a 26 de Novembro de 2008 às 19:42
Essa tranquilidade vai-nos sendo dada pelo tempo.
Muito obrigada pelo seu comentário.


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